O homem que não admite o perdão das faltas alheias, qual cego caminha em sentido oposto ao do Cristo para lugares ermos, solitários e desconhecidos. Adentra estradas escuras de incompreensão, gerando a desarmonia, a intolerância e se desestabiliza.
Ao sentires, no peito, as agulhadas do orgulho ferido que querem fazer com que te voltes contra o teu irmão, recolhe-te ao quarto, recorda o quanto Jesus perdoou ao vir a este mundo há dois mil anos.
Faze tu o mesmo hoje. Perdoa as ofensas, desculpa. Cumpre o teu papel. Rende homenagem a Deus Pai que te ama tanto e por Ele serve na pessoa do próximo, aplicando na íntegra o mandato do “Amai-vos uns aos outros”, incluindo entre eles os teus inimigos, aqueles que não te querem bem.
Neste final de século, quanto todos deverão estar harmonizados com a bendita estrela de Belém, nós vos pedimos, irmãos: uni-vos. Grande é o rebanho, único o Pastor.
Busquemos honrar ao Pai sob Seu báculo misericordioso, na obediência, na humildade, na aplicação de Seus preceitos doutrinários básicos.
Caminhai felizes como filhos fiéis de um mesmo Pai que sois.
Para isto veio o Mestre
Ensinar-nos a lição
Razão não há nenhuma
De não entender a lição.
Amor no coração é o único requisito para
O ódio derrubar e o perdão se dar.
Instituição Beneficente “A Luz Divina”
Grupo de Psicografia “Paulo de Tarso” – Pasta 20