SILENCIAR reclamações mesmo justas

 

É preciso sempre preservar o ambiente em que vivemos por si só tão tumultuado.

 

A maioria das injustiças coletivas que acontecem nascem em algumas pessoas que, insatisfeitas com as lidas diárias começam a reclamar e, encontrando alento em outras pessoas, vão espalhando ao seu redor um clima de insatisfações generalizadas, cometendo-se grandes injustiças.

 

Por isso, é preciso estar atento, é preciso entender as situações que nos trazem tantos tipos de desalentos sem que, necessariamente, aceitemos as injustiças que nos fazem, mas que as entendamos sem estendê-las a mais ninguém e confiando no Poder Supremo, que a tudo vê.

 

O Plano Espiritual está sempre alerta em busca de irmãos de boa vontade que tragam equilíbrio aos ambientes em que estão esforçando-se para que o nível vibratório em todos os lugares em que seja solicitada atuação equilibradora.

 

Se cada um silenciar todas as reclamações e conseguir manter a paz em seu raio de ação, em breve na Seara não haverá mais lugar para contendas e desentendimentos.

 

Conseguir isto sabemos ser muito difícil, pois, requer treinamento constante, mas contamos com o Evangelho de Jesus, quando nos aconselha a orar e vigiar.

 

Vigiar sempre os pensamentos, pois aí fermentam quase todas as tolices que mais tarde viram reclamações e discórdia.

 

Orar sempre, porque mesmo quando a atuação direta através da palavra não for permitida em favor da paz do ambiente, o estado de oração permitirá a abertura de caminhos, através dos quais o plano espiritual poderá agir em favor do equilíbrio geral.

 

É dever de todos os irmãos que abraçaram a religião espírita não medir esforços pela manutenção da paz em todos os ambientes em que são chamados a trabalhar.

 

Tenham confiança. Se hoje vocês são muito poucos, o destino da humanidade nos revela que a cada dia serão mais, até que chegue o momento em que a paz e a concórdia seja o estado natural em todos os cantos da terra.

 

Instituição Beneficente “A Luz Divina”
Grupo de Psicografia Paulo de Tarso – Pasta 6

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