Frente a determinadas situações, quando nos sentimos desrespeitados, agredidos, passa-nos na mente aquele ímpeto cego de revidar com palavras irônicas ou ácidas, contra-atacando o insulto recebido.
Contudo, como nos sentiremos depois dessa troca de verdades amargas? Simplesmente, desequilibrados emocional e espiritualmente.
As palavras impetuosas mesmo antes de serem pronunciadas, são precedidas pelo nosso pensamento, e este gera formas que são plasmadas no espaço; a essas imagens se ligam outras do mesmo teor, que atraem e interagem entre si, atingindo, muito mais do que podemos supor, a criatura com quem dialogamos, os que estão na mesma faixa de pensamento e atraímos para nós todos os que se comprazem nesse mesmo teor vibratório. E é por isso que somos atingidos duramente.
Se formos capazes de omitir as verdades desastrosas e desagradáveis, pouparemos males físicos e espirituais, tanto em quem nos ouve como em nós mesmos.
Se lembrarmos a figura excelsa do Mestre Jesus na hora máxima de sua condenação e flagelação e no seu testemunho doloroso no Gólgota, colocaremos no meio das nossas acirradas discussões como que um bálsamo consolador que esvaziará toda e qualquer animosidade.
Não percamos nenhuma oportunidade em começar a difícil caminhada da nossa reforma interior, lembrando da recomendação de Jesus aos fariseus: não é o que entra na boca que macula o homem, mas o que procede do coração é que o torna impuro.
Instituição Beneficente “A Luz Divina”
Grupo de Psicografia Paulo de Tarso – Pasta 6