DIMINUIR a tristeza ou suprimi-la onde ela possa existir    

 

A tristeza é o momento em que nossa mente não encontra forças para sustentar-se na fé sem vacilações, e que nos leva ao desequilíbrio físico, orgânico e espiritual.

 

Mas, com quê armas haveremos de afastar a tristeza em nós e em nossos semelhantes?

 

Se não tivermos auto piedade e se buscarmos novos campos mentais para socorrer a nossa pequena fé, conseguiremos dar início ao rompimento da tela mental negativa que nos envolve, fortalecendo, assim, a convicção de que a tristeza não resolve os problemas, mas os agrava e retarda muito a sua solução.

 

Se conseguirmos romper o círculo de nossas tristezas através da renovação mental, pela prática do amor fraterno, poderemos também conduzir nossos semelhantes pelo caminho do fortalecimento moral, compreendendo e tolerando dores e fraquezas alheias.

 

A tristeza, certamente, é distúrbio passageiro, mas deixa marcas profundas no caráter do homem, cabendo, pois, a cada um, combater em si e em seus semelhantes estes sentimentos vacilantes.

 

É preciso crer que, acima de tudo, existe uma suprema Vontade a nos conduzir pelos caminhos pedregosos de nossas necessidades evolutivas, e que nos é reservada a perseverança pela fé viva em nossas forças e no imenso amor do amigo de todos os instantes, amigo este que está permanentemente ao nosso lado como anjo guardião, tutelando nossos passos, sem jamais interferir em nosso livre arbítrio, permitindo que sejamos capazes de abrir as algemas de nossos infortúnios e caminharmos ao encontro do sublime Amigo Maior, Jesus, que nos conduzirá pelo amor supremo à harmonia plena, concessão dadivosa de Deus Pai.

 

Instituição Beneficente “A Luz Divina”
Grupo de Psicografia Paulo de Tarso – Pasta 6

 

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