DEIXAR aos outros o direito de descobrirem as suas próprias realidades, sem qualquer ingerência nos assuntos que lhe pertençam à vida.

 

Viver condignamente sem nos intrometermos no tipo de vida que levam nossos irmãos mais próximos é uma virtude a ser alcançada.

 

Ao nos depararmos com algo grave que esteja ocorrendo com o nosso próximo, não devemos ser autoritários e, muito menos, críticos.

 

Não estaremos ajudando a ninguém agindo desta maneira. Devemos, sim, sugerir a solução que nos pareça ser a mais lógica, a mais correta, cabendo ao nosso irmão aceita-la ou não.

 

Não nos esqueçamos de que aquilo que é bom para nós pode não ser o ideal para os nossos irmãos, uma vez que cada um encontra em um grau de aperfeiçoamento, de aprimoramento diferente do outro.

 

Além disso, podemos ferir o livre arbítrio do nosso semelhante, impedindo-o de descobrir suas virtudes e defeitos e, portanto, crescer por si mesmo.

 

Devemos estar atentos se não estamos apenas saciando a nossa vaidade, o nosso orgulho ao apresentarmos soluções para os problemas dos outros. Neste caso, nossa ajuda não terá valor algum.

 

Ajudemos de longe, se necessário com nossas preces, nossas vibrações amorosas, dando a nossa opinião apenas quando ela for solicitada, buscando sempre o exemplo de Jesus Cristo para que possamos juntos trilhar a estrada reta que um dia nos levará de volta ao nosso Criador.

 

 

Grupo de Psicografia Paulo de Tarso

Instituição Beneficente “A Luz Divina” – Pasta 6

 

Post a comment

Print your tickets