CARREGAR RESSENTIMENTOS SERÁ BLOQUEAR OS SEUS PRÓPRIOS RECURSOS.

 

 

Quem de nós não atravessa crises de todas as naturezas, em qualquer ponto da estrada em que nos situamos?

Quem não tem problemas a resolver, dúvidas a sanar, tarefas a cumprir, desafetos a perdoar?

Ninguém, não é verdade?

E para quê, com quê finalidade maior Deus teria nos situado nessas condições?  Para nos ver sofrer?  Para nos induzir ao desespero?  Para que nos revolvêssemos em tenebrosas agruras, atolando nossa mente no desvario, sem enxergarmos uma luz sequer que viesse em nosso socorro?

Não, amados irmãos.  Deus é Pai de misericórdia infinita, bondade e amor imorredouros.  É o nosso Criador, fonte de luz, sabedoria e justiça.

Se nos encontramos em provas que escolhemos é para que delas possamos extrair os mais belos ensinamentos, a fim de corrigirmos os erros cometidos, a fim de que nossa personalidade, imatura ainda, cresça verticalmente na busca do Senhor e da Sua Santa Perfeição.

Filhos ignorantes e desavisados, sentimo-nos acuados diante de tais lições e nos revoltamos contra elas, ressentidos com o destino.  Maldizemos a triste estrada que trilhamos, empanamos o brilho da palavra luminosa proferida em nosso auxílio pelo irmão mais esclarecido que, compadecido de nossas misérias, muitas vezes nos presenteia com a solução aos nossos mais intrincados problemas.

Desta forma, carregados de ressentimento, impedimos a ação da força motriz que habita o nosso coração, princípio divino a animar a criatura que somos.  Bloqueamos qualquer recurso inteligente capaz de transformar a situação dolorosa em lição luminosa e sofremos, sofremos…

Está na hora de revertermos esse quadro em benefício de nós mesmos.

Digamos ao Pai: “Senhor, se assinalastes este caminho para mim, reconheço ser ele o mais adequado para que eu possa redimir meus descuidos.

Dai-me compreensão, Senhor, e ajudai-me a trilha-lo glorificando o Vosso Santo Nome, recebendo no cotidiano, com alegria no coração, as dádivas que me reservastes, porque confio na Vossa suprema generosidade e no infinito amor que nutris por mim, Vosso filho.

Obrigado, Senhor, por este dia difícil que permitiu-me reconhecer a beleza e a misericórdia, através do cumprimento exato de toda a Vossa justiça.

Obrigado, Senhor, por esta cruz redentora que, apesar de ferir meus ombros, ergue meu espírito em direção a Vós.

Abençoai-me, meu Senhor, meu Deus, meu Pai.”

 

 

Instituição Beneficente “A Luz Divina”
Grupo de Psicografia “Paulo de Tarso” – Pasta 20

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