Gratidão é palavra tão esquecida nos dias de hoje!
Em seu lugar colocaram e acharam que deveriam substituí-la por direitos:
Direito à vida
Direito à felicidade
Direito a beneficiar-se de tudo o que existe.
Mas será que não há uma palavra anterior a esta, que exatamente a que nos garante os direitos à ….?
Será que não existe um Ser Supremo garantidor de todos esses benefícios e que nos permite usufruir deles por pura razão de bondade e amor e até de misericórdia desta pobre raça humana?
Porque por direitos, ao lado de tanta violência, de tantos desentendimentos, de tantos erros, Ele nos colocou o exemplo do amor e da disciplina na própria natureza.
O mar gigante tem seu limite determinado pelos mecanismos atmosféricos; pelos ciclos reguladores da lua, maré alta, maré baixa, só lentamente estendendo esses limites, alcançando locais mais longínquos, formando novos caminhos, traçando novos rumos, separando continentes ou, do contrário, unindo-os.
A obediência às leis naturais já é por si só um dos atos divinos que devemos agradecer a Deus.
E com esta obediência nós podemos até usufruir deste mar para alimentar-nos, para banhar-nos e até para nossa contemplação.
Adiantemos, pois, dizendo: o ato de gratidão a Deus deve ser o primeiro do nosso dia, onde estivermos e como estivermos.
Agradecer a Deus, pelos inúmeros benefícios que recebemos durante toda a vida, pela saúde, pela máquina que funciona perfeitamente e que se chama cérebro, enfim, por toda saúde física, psíquica, e espiritual emanada de Deus.
Agradecer pelo alimento recebido, pelo teto que nos abriga, pelas roupas que nos protegem o corpo, pelo controle das doenças que dia a dia diminuem, pelo avanço na ciência tecnológica da cura.
Enfim, são tantos os benefícios, que a gratidão deve fazer parte do nosso vocabulário, desde a primeira oração até a oração final da noite, onde agradecemos pelas oportunidades que recebemos por estarmos vivos.
Instituição Beneficente “A Luz Divina”
Grupo de Psicografia “Paulo de Tarso” – Pasta 39